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» » Neyd Montingelli: Crônicas do livro Memórias de um Caixa da Caixa

Do Livro "Memórias de um Caixa da Caixa"
Ah! Maldade
Um colega de guichê, muito do aprontador, vivia guardando as bolinhas que ficam dentro daqueles furadores de papel. Ninguém nunca perguntou o que ele iria fazer com aquilo. Ele era estranho mesmo. E já tinha uma caixa de sapato cheia de bolinhas de todas as cores.
Era inverno e chovia quase todo dia (grande novidade, em Curitiba chove sempre!), então todos usávamos sombrinhas e guarda-chuvas e deixávamos atrás dos guichês em uma caixa forrada.
A surpresa começou quando em certa tarde bem chuvosa, na saída, o primeiro ao abrir o seu guarda-chuva, recebeu uma chuva de confetes coloridos na cabeça. Logo em seguida outro colega. Eu estava mais atrás, abrindo a minha sombrinha no mesmo instante e também recebi os confetes na cabeça.
Em uníssono, a exclamação: "Tinha que ser o Maia..." Só então descobrimos para que ele estava guardando aquelas bolinhas de papel dos furadores!
Neyd Montingelli




Colega bonzinho
Esta é mais uma do colega que todos queriam enganar pelo menos uma vez por dia, ou rir com ele, ou rir dele. A gente nunca sabia ao certo. Ele passava o dia aprontando! Parecia um menino malandro de 10 anos.

Se a pessoa se descuidasse, caía em alguma brincadeira dele. Se saísse do do seu guichê, podia ficar certo de que quando voltasse alguma coisa ele havia aprontado. Caso não tivesse movimento na Agência então, estávamos perdidos!

O bonzinho saía a passear pela área dos caixas e fazia questão de soltar a trava da cadeira alta dos caixas que não estivessem no guichê, aí quando voltava e ia sentar, a cadeira fazia um estrondo e ficava baixinha. Só que nessas horas o Sr. Maia já estava no seu canto, do outro lado da Agência, com a maior cara de santo. O que se escutava era: "Tinha que ser o Maia..." E o mesmo se ouvia de muitos, pois ele fazia isso com todas as cadeiras, várias vezes no mesmo dia, só que não todo dia, como ele dizia, para não acostumarem.
Oh! Maia

Neyd Montingelli



Neyd Montingelli: Formada em Psicologia, é aposentada pela Caixa Econômica Federal.  Escreve nos sites Hipismo&Co e Farmpoint. Foi premiada em vários concursos literários de contos, crônicas e poesias. Membro da Academia de Luminescência Brasileira/Araraquara, do Núcleo de Letras e Artes de Buenos Aires e da Embaixada da Poesia. Recebeu troféu Cecília Meireles; Medalha Melhores Poetas da Magico de Oz, o certificado de Responsabilidade Cultural Semeador de Livros e Amigos da Juruá Editora e o Certificado de Responsabilidade Cultural do Instituto Memória Piá Bom de História. Escreve todos os dias e em seus textos e poesias, gosta de inserir episódios divertidos, reais e inusitados que acontecem no dia a dia de sua numerosa família e amigos. Os finais de seus contos e poesias, costumam ser inesperados. 
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Editor da Revista Carlos Zemek

Curador e Artista Plástico.
Membro da Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR.

2 comentários

Neyd Montingelli: Crônicas do livro Memórias de um Caixa da Caixa
  1. Parabéns pela revista. Excelentes matérias. Li todas. Agradeço pela divulgação do meu livro. Sucesso sempre.

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