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» » » Isabel Furini: A CANETA DO POETA


o poeta reflete sobre a vida
concentra-se nos movimentos da caneta

o poeta compreende a estratagema da caneta
:
a caneta faz piruetas
                        mímicas
                           acrobacia
dança
     ziguezagueia
                        espia
(qual astuta serpente)
e por fim escreve a poesia
que o poeta guardava no laboratório de alquimia
localizado no portal da mente subconsciente

Isabel Furini

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Editor da Revista Carlos Zemek

Curador e Artista Plástico.
Membro da Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR.

3 comentários

Isabel Furini: A CANETA DO POETA
  1. Olá Isabel,
    Gostei muito do seu poema e da proposta do concurso "Poetisar o mundo". Estou neste barco!
    Deu vontade de responder pra você em poesia…


    Um abraço brasileiro aqui da Áustria…





    6/11/15
    resposta "A caneta do poeta"


    Caneta,
    menina dos olhos
    do poeta,
    depara-se com a nuvem
    alva do papel.


    Gaivota liberta
    paira no ar
    ante o bote da inspiração
    mergulha
    lança-se na nuvem
    da emoção.


    A tinta escorre
    da caneta do poeta
    palavras fluem
    como um rio
    caudaloso e sutil
    rumo
    ao mundo mar
    onde agora mergulham,
    sem ar...

    Paula Lang Pierri Lattouf
    Pó - 6/11/15
    www.po-e-ti-sar.tumblr.com.br

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada, Paula Lang Pierri Lattouf. Adorei o seu poema. Daremos destaque na próxima edição. Abraços.

      Excluir
  2. Pensar no serpentear da caneta... Substantivo feminino e formato fálico...

    Belo metapoema Isabel!

    Parabéns!

    Professor Robson Lima

    ResponderExcluir



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