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Evento Cutucando a Inspiração no TUC - 18/08/2017

Em 18 de agosto, 19 horas, no evento "Cutucando a inspiração" realizada no TUC (Teatro Universitário de Curitiba), com curadoria de Geraldo Magela, os participantes do "12 Salón de Invierno" realizado pela galeria R Van R, em Buenos Aires, Argentina, receberam certificados.

Os poetas foram convidados especialista em Arte Digital, artista e curador Carlos Zemek selecionou os trabalhos e ilustrou os poemas.

Participaram do Salão de Inverno os poetas de Curitiba: Decio Romano, Angel Popovitz, Elciana Goedert, Isabel Sprenger Ribas e Maria da Glória Colucci. Também participaram as poetisas Maria Antonieta Gonzaga Teixeira, da cidade de Castro/PR, Clevane Pessoa de Belo Horizonte/MG, e Sonia Andrea Mazza de Buenos Aires.

Estiveram presentes para declamar seus poemas e receber o certificado: Decio Romano, Angel Popovitz, Elciana Goedert, Maria da Glória Colucci e Maria Antonieta Gonzaga Teixeira.
No evento, eles e outros poetas declamaram e foram muito elogiados.

Receberam Medalha Mérito Cultural do Projeto Poetizar o Mundo, os poetas Osmarosman Aedo, Silvana Mello e Gerardo Magela.


Silvana Mello, Isabel Furini e Osmarosman Aedo - Foto: Decio Romano


O Projeto Poetizar o Mundo tem o objetivo de destacar e prestigiar os trabalhos de poetas e artistas que com sua dedicação apoiam e divulgam os nomes e as obras de outros poetas. Já foram premiados Adélia Woellner, Amauri Nogueira, Carlyle Popp e outros.

Em 18 de agosto, no evento Cutucando a Inspiração organizado pelo poeta e contista Geraldo Magela no TUC, receberam a Medalha Mérito Cultural os poetas: Osmarosman Aedo, Silvana Mello e Geraldo Magela.

Osmarosman Aedo e Silvana Mello organizaram a Antologia PARNASO POÉTICO. Nessa obra reuniram textos de quase 70 poetas. Foram meses de trabalho.


Geraldo Magela Cardoso na foto de Decio Romano
Geraldo Magela é curador da Feira do Poeta de Curitiba, além de organizar o evento Cutucando a Inspiração. Publicou "Bendita Boca Maldita", "Mamilos de Vênus", "O homem é produto do e-mail", e outros. É interessante que Magela prefere prestigiar outros poetas à destacar a própria obra. Nos eventos que realiza permite democraticamente que participem novos poetas junto com poetas de nomes mais conhecidos como Batista Pilar, Regina Bostulim, Jefferson Bandeira e outros.


Geraldo Magela e à direita o poeta e jornalista José Fiori
Fotografia de Decio Romano


O temático e elegante La Rauxa Cafè i Bistrot no Ahú em Curitiba-PR, inaugura a exposição individual “Frida La Katrina” do artista plástico Eloir Jr.
Com curadoria do próprio artista, a mostra apresenta seis trabalhos inéditos na técnica mista sobre tela e estará em cartaz até outubro de 2017.

Sobre a mostra: 
Na recente produção “Frida e La Katrina”, o artista estende sua pesquisa de multiculturalidade e representa em suas tradicionais Babuchkas e Matriochkas a personagem do folclore mexicano, a “La Catrina” (nobre Dama da Festa do Dia dos Mortos) em união com a artista Frida Kahlo. Harmoniza-se então a gama das cores fortes e eslavas que também estão presentes na cultura mexicana, simbolismos e peculiaridades inerentes ao dito “pop folk”, que como resultado formata-se na sua assinatura artística de matriochkas /babuchkas. Desta comunhão surge um trabalho alegre, lúdico e colorido, que resgata as memórias culturais trazidas pelos diversos povos, onde o artista consegue demonstrar a convivência harmoniosa das etnias que fazem parte de sua terra natal, a terra de todas as gentes.




Sobre o artista:
Eloir Jr. é artista plástico curitibano, pós-graduado pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná e graduado pela Universidade Tuiuti do Paraná, colunista cultural do Sztuka Kuritiba e Revista Paulista, curador e professor de arte. Há 20 anos expõe e estuda as etnias européias no Estado do Paraná, com enfoque principal na cultura eslava da Polônia e Ucrânia, onde expressa seus trabalhos em harmonia com ícones paranistas, araucárias, pinhões e gralha azul. Possui em seu currículo diversas premiações, exposições individuais e coletivas, salões de arte e acervos nacionais e internacionais. Em 2010 representou o Estado do Paraná na cidade francesa de Vaire-Sur-Marne, em 2013 participou de exposição no Carrousel Du Louvre em Paris e em 2016 na Biblioteca Pública de Nova Iorque.
Artista plástico e curador Eloir Jr.

Serviço:
Exposição “Frida La Katrina” de Eloir Jr.
No La Rauxa Cafè i Bistrot
Visitação: 16/08 a 16/10/2017
Das 11h às 19h
Endereço: Rua Eurípedes Garcez do Nascimento, 906 – Ahú
Curitiba-PR
Telefone: 3049-6972
WWW.larauxa.com.br
Entrada Franca
Affonso Romano de Sant'Anna - Foto divulgação da BPP
Hoje 17 de agosto de 2017,  às 18:00 horas, o poeta Affonso Romano de Sant'Anna palestrará, no auditório Auditório Paul Garfunkel da Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba.

O poeta, cronista e ensaísta Affonso Romano de Sant'Anna faz palestra no auditório da Biblioteca Pública do Paraná nesta quinta-feira (17), data em que a Oficina Permanente  de Poesia, projeto da Academia Paranaense de Poesia em parceria com a BPP, celebra 15 anos de atividade. Sant'Anna vai falar sobre os principais momentos de sua longa trajetória como autor, além de comentar questões relacionadas ao universo do livro e da leitura. O evento tem início às 18h30, com entrada franca.

Mineiro radicado há décadas no Rio de Janeiro, Sant'Anna é um dos intelectuais mais atuantes do país. Escreve crônicas para jornais e revistas há mais de meio século. É um dos principais poetas brasileiros, autor de dezenas de livros, entre os quais Que país é este? e Textamentos. Estudou a obra de Carlos Drummond de Andrade, o que resultou no livro Drummond: o gauche no tempo. Entre 1990 e 1996, presidiu a Fundação Biblioteca Nacional. Já recebeu prêmios literários, entre eles o Prêmio da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA), pelo conjunto de sua obra. 

O projeto
A Oficina Permanente de Poesia acontece desde 2002, com reuniões gratuitas realizadas na Biblioteca Pública do Paraná, parceira do projeto. Os encontros têm como objetivo a pesquisa e o estudo da poesia e, a cada edição, um dos integrantes da Academia Paranaense de Poesia ministra uma aula.

Serviço:
Palestra de Affonso Romano de Sant'Anna
Dia 17 de agosto, às 18h30, no auditório da BPP (R. Cândido Lopes, 133, Centro — Curitiba/PR)
Entrada franca
Mais informações: (41) 3221-4974

Fonte: BPP
Geraldo Magela e Osmarosman Aedo na foto de Silvana Mello

Nesta sexta-feira, 18 de agosto, às 19 horas, iniciará o "Cutucando a Inspiração", evento poético organizado por Geraldo Magela, no TUC (Teatro Universitário de Curitiba), na galeria subterrânea Julio Moreira, em Curitiba.

No evento, além de declamar poemas, receberão certificados de participação no "12º Salón de Invierno" que aconteceu na cidade de Buenos Aires, Argentina, no mês passado, os poetas:
Angel Popovitz
Decio Romano
Elciana Goedert
Isabel Sprenger Ribas
Maria Antonieta Gonzaga Teixeira
Maria da Glória Colucci

Os poemas desses autores foram ilustrados com Arte Digital de Carlos Zemek.
Isabel Furini, em representação, fará a entrega dos certificados.

O organizador, Geraldo Magela, chamará os poetas para que realizem a leitura de seus poemas. Cada poeta terá 5 minutos para ler seus trabalhos.

São eles, por ordem de chamada:
Amauri Nogueira, Rosa Leme, Joel Moreno, Siomara Reis teixeira,  Thiago Juraski, Paulo Roberto Pereira Vallim, Campo Grande, Isabel Furini, Elciana Goedert,  Angel Popovitz, Decio Romano, Isabel Sprenger Ribas, Arriete Rangel de Abreu, Maria da Glória Colucci, Maria Antonieta Gonzaga Teixeira, Laura Monte Serrat, Sonia Cardoso, Iracema Alvarenga,  Jose Aparecido Fiori, Daniel Farias, Silvana Mello, Osmarosman Aedo, Marilis de Assis.





Clevane Pessoa será homenageada pelos seus 70 anos de vida e 60 anos de poesia, no evento Banquete de Ideias.

BANQUETE DE IDEIAS é um debate sobre temas atuais, polêmicos ou filosóficos. Em casos especiais, homenagem aos artistas vivos e suas obras.

O ambiente é a luz de velas, onde o prato principal é o conhecimento produzido. Indicado para maiores de 18 anos, o evento inclui buffet com vinho, sucos, água mineral, frutas, frios e petiscos.

Nesta edição a homenageada será a poetisa Clevane Pessoa, por seus 60 anos de prosa & poesia.

Em 12 de agosto, às 19hs, no restaurante Dona Preta, na rua Joaquim Francisco da Silveira, 745, bairro Ipiranga, Belo Horizonte, MG. 



Clevane Pessoa de Araújo Lopes é poetisa, escritora e colunista, além de psicóloga e ilustradora.  Clevane escreve e desenha desde a infância. Militou na imprensa de Juiz de Fora-MG, nos anos de chumbo, mantendo a página Gente, Letras & Artes e a coluna diária Clevane Comenta, na Gazeta Comercial e em “A Tarde’ . Foi editora de Literatura e Arte do tabloide de vanguarda Urgente. Atualmente, é psicóloga, ilustradora e oficineira de Poesia.Escrevia e ilustrava  em “Estalo, a revista”, de Belo Horizonte, participava na revista internacional aBarce, plural-da Oficina editores(RJ) e outras.. Tem doze  livros publicados (contos e poemas) ,  30 e-books, participa em mais de 170 antologias, por premiação, cooperativismo ou a convite.Também faz parte de coletâneas e revistas virtuais.Possui capítulos em co-autoria em compêndio de Psicologia... Participa de  saraus e faz recitais de leitura interpretativa, ministra palestras de psicologia ou literatura.. Tem textos e poesias hospedados em muitos sites,além dos próprios blogs. Entre outros prêmios, em 2017 recebeu Menção Honrosa com o poema Das Origens,  no "12º Salón de Invierno", em Buenos Aires, Argentina.
La artista plástica Liliana Bruquetas participará de la exposición "Nuevas Expresiones", que será inaugurada el viernes 11 de agosto,  en el Espacio de Artes SOPHIE, en Buenos Aires.








Em 21 de agosto,  17:30 horas iniciará o curso COMO ESCREVER UM LIVRO, no Espaço Terra Índia, Rua Dr. Favire, 581, centro, Curitiba. Telefone: (41) 3264-8908

Aprenda a arte do escritor. O curso tem estudos, leitura de textos, exercícios práticos de escrita criativa e análise dos textos escritos em sala de aula .

Conheça os métodos usados por escritores reconhecidos.

São 4 aulas: 21, 23, 28 e 30 de agosto/2017.

O investimento é de R$ 350,00 (em dinheiro ou cheque).

Apostila e certificado incluídos.

Mais informações pelo e-mail: isabelfurini@hotmail.com

Telefone: (41) 3264-8908







“VERDADES FORJADAS" NA ERA PÓS-MODERNA MANIPULAM A OPINIÃO PÚBLICA


Maria da Glória Coluccii

1 INTRODUÇÃO

Desde os primeiros pensadores gregos se indaga sobre as possibilidades, a origem, os limites e métodos de alcance da Verdade pela mente humana. Muitas perguntas se fizeram diante da complexidade dos seres e das coisas postas diante dos olhos especulativos e atentos dos primeiros filósofos. Intuíram, então, que deveria existir um princípio único que propiciaria, simultaneamente, a unidade na multiplicidade (arché).

Inquietantes foram as respostas quanto à origem do Cosmos e dos elementos que o constituíram, a exemplo da água ou umidade (Tales de Mileto, 624-546 a.C); do ar ou Pneuma (Anaxímenes, 585-528 a.C); do átomo (Demócrito, 460-370 a.C); ou de um princípio primordial e superior, o número, a saber, a Grande Mônada (Pitágoras, 571-497 a.C).ii


Fotografia de Isabel Furini
Face à diversificação das perguntas e das respostas, chegou-se à negação de que ao Homem fosse dado conhecer a essência do SER, mas apenas sua aparência (relativismo sofista, século V a.C), desviando-se a busca da Verdade muito mais para o criador da pergunta (sofista) e a habilidade retórica de sua elaboração (sofisma), do que para a Verdade em si. O período foi marcado pela prevalência da Oratória, da Retórica, da Gramática e da aparente lógica do diálogo, do que para sua veracidade.iii

Destarte, a pesquisa da Verdade corresponde ao ideal clássico de Lógica, em que ao falso se opõe o verdadeiro. Reciprocamente implicados, verifica-se que no “falso” há elementos do “verdadeiro”, mas não podem permanecer no “verdadeiro” resquícios do “falso”. Extirpar o “falso” do “verdadeiro” é o desafio permanente de filósofos e cientistas.

Trazendo para os dias atuais, verifica-se que a perenidade das perguntas e a provisoriedade das respostas estão mais aflitivas do que nunca. Permanecendo o ceticismo e o relativismo como válvulas de escape aos construtores da “pós-verdade” (post-truth), o sentido do “verdadeiro” deixou de ser o foco das conversações. Os meios de comunicação, mais focados no “furo”, na “primeira mão” da informação, lançam ao ar qualquer notícia, sem se comprometerem com a verdade ou falsidade do seu conteúdo.

Portanto, a “pós-verdade” é uma desconstrução da Verdade, resultante da deliberada manipulação dos fatos reais, para atender a finalidades espúrias e enganadoras que mentes distorcidas e perversas podem produzir.

No campo da atividade política a sua presença se constata com frequência, a exemplo dos envolvidos na corrupção, nos vultuosos desvios de recursos públicos. Apanhados pela Força Tarefa da “Lava Jato”, mentem, manipulam a verdade dos fatos, pretendendo safar-se das garras da Justiça, como é público e notório.iv


2 AS “MÚLTIPLAS” FACES DA FALSIDADE NA ERA PÓS-MODERNA

No entanto, pode-se aceitar a existência de diferentes “respostas” dadas pelas ciências parciais aos fenômenos estudados, posto que abordam sob ângulos distintos o mesmo objeto, a exemplo das ciências humanas. Quando se dedicam ao estudo do Homem como um ser social (Sociologia), político (Ciência Política), econômico (Economia) etc, de suas pesquisas resultam verdades parciais, que, ao final, convergem para o todo, procurando cada um chegar à Verdade – o Ser Humano – em sua totalidade, no exemplo dado.

Por tal motivo, a pesquisa da Verdade não pode ser limitada às “aparências”. Sem que haja um esforço constante pela pesquisa da Verdade, que se encontra para além da “aparência” dos seres e das coisas, não há como se creditar qualquer valor ético às informações, declarações, discursos etc, divulgados pelas redes sociais e pela mídia em geral.

“Verdades forjadas”, construídas e elaboradas com a finalidade de atender a grupos religiosos, econômicos, políticos etc, manipulam a opinião pública, direcionando-a para servir a interesses dominantes. Distorcem os fatos em proveito de partidos políticos, favorecimentos eleitoreiros, investimentos em áreas não-prioritárias, criação de tributos, políticas públicas desnecessárias etc.
Diante da profusão de informações, camufladas sob as mais diferentes ideologias, notícias são “plantadas”, boatos aniquilam a imagem de pessoas, levando-as à destruição. Outras exaltam a personalidade de indivíduos sem nenhum embasamento moral, construindo um “ser” imaginário, portanto falso, sem caráter ou capacitação profissional, forjando a sua real condição moral, política, econômica, intelectual etc.

A força quase ilimitada do poder persuasivo das “verdades manipuladas”, tendenciosas e perversas, está na triste constatação de que a grande massa não se interessa por conhecer a fonte da informação e a sua correlação com os fatos. Exemplos recentes mostram a manipulação até dos “informes oficiais” na eleição para a presidência dos Estados Unidos, em que os candidatos se valeram de interpretações falsas (faking news), de circunstâncias, dados e fatos inexistentes.

No Brasil, de igual modo, as propagandas políticas disseminam informações e boatos, que falseam de tal modo a verdade sobre os fatos e candidatos, que geram descrédito geral.

Ladeando esta impressionante nuvem negra de mentiras, ainda se utilizam de estatísticas, percentuais e índices para darem um “fundo de verdade” às reportagens, entrevistas e relatórios utilizados.
Antevendo este estado de coisas, em 1992, em Oxford, Steve Tesich, utilizou a expressão “pós-verdade”, para se referir às “verdades alternativas”, que fantasiadas pela manipulação dos meios de comunicação, distorcem a verdade dos fatos, embora preservem “rastro”, ainda que tênues, de sua veracidade...v

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

Ao vestir a Verdade com roupagens de mentira (factoides), as redes sociais tentam produzir “novas verdades”, atraindo em pouco tempo um contingente de seguidores, que as abraçam como se correspondessem aos fatos ocorridos.vi

Vários critérios são (e foram) oferecidos ao longo dos tempos para se buscar e chegar à Verdade; a partir de sua ubicação no objeto ou no sujeito; no intelígível ou no sensível; no real ou no ideal; ou mesmo na mente ou na consciência que a apreende ou na realidade que a alicerça. Perguntas são hoje feitas, respostas são (e foram) dadas, mas nem sempre a credibilidade de ambas são (foram) questionadas.

O que se verifica é uma avalanche diária de “versões” de toda ordem, a saber, políticas, econômicas, sociais, religiosas etc, sem que se procure um real compromisso com os fatos, circunstâncias, interesses etc que as geraram.

A opinião pública (a voz anônima das ruas) segue em côro, repetindo, divulgando e ampliando mentiras em “verdades” e verdades em “mentiras”... As deliberadas distorções da Verdade dos fatos, forjadas, ocupam os meios de comunicação, mesmo em horários nobres ou em espaços midiáticos selecionados (pagos), permitindo que em nome da liberdade de expressão declarações falsas se espalhem aos quatro ventos.

Por incrível que pareça, a verdade maquiada, adjetivada, conhecida como “pós-verdade” (post-truth), é a mentira pós-moderna mais festejada.

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1 i Advogada. Mestre em Direito Público pela UFPR. Especialista em Filosofia do Direito pela PUCPR. Professora titular de Teoria do Direito do UNICURITIBA. Professora Emérita do Centro Universitário Curitiba, conforme título conferido pela Instituição em 21/04/2010. Orientadora do Grupo de Pesquisas em Biodireito e Bioética – Jus Vitae, do UNICURITIBA, desde 2001. Professora adjunta IV, aposentada, da UFPR. Membro da Sociedade Brasileira de Bioética – Brasília. Membro do Colegiado do Movimento Nós Podemos Paraná (ONU, ODS). Membro do IAP – Instituto dos Advogados do Paraná. Premiações: Prêmio Augusto Montenegro (OAB, Pará, 1976-1º lugar); Prêmio Ministério da Educação e Cultura, 1977 – 3º lugar); Pergaminho de Ouro do Paraná (Jornal do Estado, 1997, 1º lugar). Troféu Carlos Zemek, 2016: Destaque Poético.



2 PADOVANI, Umberto e Castagnola, Luís. História da filosofia. 12 ed. São Paulo: Melhoramentos,1978, p.99-106.
3 COELHO, Luis Fernando. Introdução histórica à filosofia do direito. Rio de Janeiro: Forense, 1977, p.55-58.
4 www.lavajato.mpf.mp.br
5 Disponível em www.cartacapital.com.br
6 CAMARGO, Wanda. A armadilha da pós-verdade. Curitiba: Jornal Gazeta do Povo; www.gazetadopovo.com..br/opiniao/artigos (Pr)











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