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Faleceu hoje, 04 de dezembro de 2016, no Rio de Janeiro, um dos maiores poetas do Brasil e da América Latina: José Ribamar Ferreira, conhecido como Ferreira Gullar.

Nascido em São Luís/MA, em 10 de setembro de 1930, o poeta, escritor, crítico de arte, tradutor, memorialista e ensaísta foi um dos fundadores do neoconcretismo e membro da Academia Brasileira de Letras.

Ferreira Gullar passou por diferentes fases de pesquisa estética, moldando sua obra com sua capacidade de "traduzir-se" em palavras.

Publicou, entre outros, os livros: Um Pouco Acima do Chão, 1949; Poemas, 1958; A Luta Corporal e Novos Poemas, 1966; Dentro da Noite Veloz, 1975; Poema Sujo, 1976; Na Vertigem do Dia, 1980; O Formigueiro, 1991; Muitas Vozes, 1999; Um Gato chamado Gatinho, 2005; Em Alguma Parte Alguma, 2010.

Em 2002, foi indicado ao Prêmio Nobel de Literatura. Pensamos que a Academia Sueca perdeu a oportunidade de premiar um grande poeta.

Em 2011, Ferreira Gullar ganhou o prêmio Jabuti com o livro "Em alguma parte alguma" (Editora José Olympio Ltda).

Poema Sujo é seu livro mais famoso, e lembramos aqui o poema que abre o livro: "Turvo turvo / a turva / mão do sopro / contra o muro / escuro / menos menos / menos que escuro / menos que mole e duro menos que fosso e muro: menos que furo".




















O artista plástico e curador Kim Molinero convida para a exposição "GRÃO VASCO '16"  que acontecerá hoje,  03.12.16 às 15 h (hora de Lisboa, Portugal), no IPDJ-Instituto Português Desporto e Juventude de VISEU, com 33 Artistas Plásticos e 9 Escritores, com 86 obras, organizada pela EPOPEIA DE ARTES-Associação de Artes e Letras, com sede em Odivelas/Lisboa, com Curadoria de KIM MOLINERO, além da parceria com a CONINTER-Conselho Internacional dos Académicos das Ciencias, Letras e Artes + Confraria Brasileira de Cutura e Movimento União Cultural.

Isabel Furini é uma das poetas convidadas para participar com um trabalho.

Kim Molinero nasceu em Alcântara, Lisboa, Portugal em 1954.
Sua atividade Profissional foi sempre nas áreas Financeira e Imobiliária, como Economista.
É um autodidata de artes plásticas e visuais. Foi Jornalista nos Jornais "A Capital", "Luta Popular", "Jornal do Oeste" e "Sempre Pronto". Escreve poesia e faz fotografia.
Em 1970 começou a pintar aguarelas que vendia nos passeios da Nazaré, Lagos e Albufeira para onde ia de boleia e cujas paisagens eram a base da sua pintura.
Em 1993 recomeça esporadicamente a pintar em óleo e acrílico quadros que foi oferecendo.
Em 2005 depois de algumas criações em aguarela, pastel, acrílico e óleo e por pressão e encomendas dos seus amigos recomeçou com a força de uma maturidade de ideias e vontade de exprimir o que lhe vai na mente e na alma, para que a memória nunca se apague e o tributo perdure... pela arte!
Hoje, procura o reencontro com as essências da vida, da cor, das emoções e o carinho dos que o incentivam, espelhando no traço e na paleta a sua mensagem e o seu saber como sublime expressão de partilha e emoção.
Iniciou recentemente a Pintura em Azulejo. Faz Escultura.
Entre outras, podemos citar as seguintes premiações:
- 02/2007 - Prémio "ArtMajeur Silver Award 2007" atribuído pela Virtual Art Gallery Artmajeur
- 09/2007 - Medalha de Bronze e Menção Honrosa, na Obra "Salpicos" no "31º Salão Bernardelli - SBBA-Sociedade Brasileira de Belas Artes", Rio Janeiro - Brasil
- 09/2007 - Menção Honrosa, na Obra "Quadramarela" no V Salão de Artes da Adesg - Tribunal Regional Trabalho - Rio Janeiro - Brasil
- 10/2007 - Foi-lhe atribuído a Ordem do Mérito da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais, Medalha e Grau de "Comendador", homenagem da ABD a Artistas Plásticos e personalidades ligadas à Cultura do Brasil.
- 11/2007 - Medalha de Bronze no 6º Salão de Artes Plásticas de Vinhos e Vinhedos no Centro Cultural do T. R. T. 1ª Região, organizada pela Associação Brasileira de Sommeliers , Rio Janeiro, Brasil.
- 11/2007 - Medalha de Ouro nas obras "Orca" e "Curva", na Exposição do Museu Conde de Linhares, São Cristóvão, Rio Janeiro, Brasil.


A editora Senac lança o livro de Alice Westgate "Cores em Casa: Guia prático para decorar e harmonizar ambientes" (222 páginas). Esta obra tem o objetivo de despertar a habilidade natural humana para combinar cores. Todos nós sabemos o que nos agrada e o que nos desagrada, mas muitas vezes falta o conhecimento sobre como aplicar tons e texturas em decoração. Conhecer traz a confiança para sair do neutro e transformar o ambiente utilizando uma lata de tinta. Cores em casa explica como os designers de interiores conseguem obter resultados equilibrados mesmo quando uma combinação vai contra o senso comum. Existem técnicas para fazer cores aparentemente conflitantes parecerem perfeitas uma ao lado da outra e existem truques para dar vida a um espaço sem torná-lo berrante ou cansativo.

Sabemos que as cores afetam o humor das pessoas, refletem o estilo, podem dar vida a um ambiente. O livro de Alice Westgate tem orientações práticas e fáceis de seguir.

Esta época do ano deveria ser a mais representativa como a busca da espiritualidade, ou seja, no mês de dezembro o “espírito natalino” deveria atingir o seu ponto máximo. No entanto, ao longo dos anos, tem-se tornado a data mais tumultuada, confusa e estressante. Nem mesmo lembramos do aniversariante.

O verdadeiro sentido do Natal está nos ensinamentos de Jesus Cristo “Ame ao próximo como a ti mesmo”. Durante todo ano, com ênfase neste período, deveríamos, no mínimo, resgatar a união familiar e compartilhar a felicidade com aqueles que amamos!

Digo no mínimo, pois neste período deveríamos buscar ajudar aos que mais precisam. Afinal, estamos na data cristã mais importante do ano!

A comemoração do Natal: Convencionou-se comemorar o Natal no dia 25 de dezembro, mas na verdade, não há relatos bíblicos sobre a data de nascimento de Jesus Cristo. O que se sabe biblicamente é que Jesus Cristo nasceu antes da morte de Herodes. Até porque, naquela época, não era convencional comemorar aniversários como fazemos hoje. Além disso, os calendários romanos eram confusos, pois deles dependiam a vontade dos imperadores. Oficialmente, somente em 350 (na era Cristã) a data de 25 de dezembro ficou marcada como Nascimento de Jesus Cristo, decreto feito pelo Papa Júlio. Isto foi feito, principalmente para substituir uma data pagã.


Quadro de Carlos Zemek

Os símbolos natalinos: As bolas: simbolizam o fruto da “árvore da vida”. Simbolizam fartura.
Papai Noel: diz a lenda que em Myra (hoje Turquia), 300 a.C, morava Nicolas, o qual distribuía presentes na época do Natal. Quando seu pai morreu, Nicolas tornou-se padre, e mais tarde bispo, quando passou a vestir roupas e chapéu vermelhos, (e barba branca). Quando morreu, a Igreja canonizou-o, e assim esta imagem transformou-se num símbolo das comemorações natalinas.

O pinheiro: é a única árvore que não perde as suas folhas, seja qual for a época do ano e, portanto, no inverno continua verde.

O presente: alguns autores dizem que os presentes simbolizam o presente que Deus nos deu com o nascimento de Jesus, já outros associam a sua representação aos presentes que Jesus recebeu dos Reis Magos.

Os sinos: representaram o instrumento que anunciava as grandes festas populares, e no Natal eles atingem a sua importância máxima.

As velas: simbolizam a luz das estrelas que guiaram os Reis Magos.

Sobre Arte e Religião: A religiosidade (ligação com Deus) e a Arte são fundamentais na vida de qualquer pessoa, pois ambas sensibilizam e fazem com que o indivíduo busque dentro de si valores puros e verdadeiros.

Desde a origem da humanidade o homem crê que o mundo é a materialização do desejo de um ser superior; portanto, vive uma constante aflição entre os pensamentos divinos e os desejos profanos: duas faces de uma mesma moeda, que o homem não distingue claramente. Cabe a ele somente imitar as coisas do céu e da terra, sendo o criador, o engenheiro, o executor da obra. E a Arte é para o homem o seu fio condutor.
1 INTRODUÇÃO


Fotografia de Isabel Furini
Durante toda a sua trajetória o ser humano tem se debatido em persistente luta contra a morte. O prolongamento da vida em condições de saúde e bem-estar tornou-se objetivo central das denominadas biociências, impulsionando conquistas científicas assombrosas nas últimas décadas.

Durante séculos as doenças foram vistas como castigos, de modo que os sofrimentos, dores, feridas e indisposições deveriam ser suportados com resignação até que a divindade retirasse a pena infringida ao doente ou lhe sobreviesse a morte.

Alcançar a longevidade entre os primitivos seres humanos conferia-lhes uma áurea de benesse divina, acompanhada de temor reverencial do grupo, como símbolo de sabedoria. Os mais velhos são até os dias atuais, em culturas mais primevas, consultados sobre poções mágicas, chás de ervas ou raízes, utilizados como “remédios” para afastar doenças ou maus espíritos.ii

Ao ver de Marvin Perry, os egípcios (2.600 a.C) se destacaram na Medicina mais do que os mesopotâmicos:

Identificaram as enfermidades, reconheceram que a falta de higiene estimula o contágio, tinham algum conhecimento de anatomia e realizavam operações-circuncisão e talvez a remoção de abscessos dentários.iii

Também, entre os egípcios a prática da dissecação de cadáveres se dava com finalidades religiosas, para o embalsamamento e preservação dos corpos para a vida além da morte.

Foram, porém, os gregos que se dedicaram à investigação dos órgãos internos, mediante a dissecação de cadáveres, descobrindo a presença de veias, músculos, sangue e tecidos humanos cujas funções tentaram desvendar.iv

Na Idade Média, com as epidemias, os médicos se aperceberam que os pacientes apresentavam os mesmos sintomas, sendo possível encontrar semelhanças entre eles e comparar os procedimentos que ofereciam resultados satisfatórios.

Na Renascença, por volta dos séculos XIV-XVI, deu-se grande ênfase aos estudos da anatomia humana, quando se concentrou o interesse na pesquisa do sangue.v

Por outro lado, somente após o século XVII começou-se a ver o corpo humano como um organismo (sistema), cujas funções eram coordenadas entre si. Constatou-se que os órgãos eram feitos de “células”, em razão da descoberta do holandês Antoni Von Leeuwenhoek, em 1673, utilizando um microscópio.vi

Graças à observação de minúsculas estruturas sob as lentes de pesquisadores, um novo mundo se descortinou aos olhos dos cientistas, permitindo a descoberta de vacinas, antibióticos e os mais potentes fármacos no combate e prevenção de doenças.

Nos dias em curso, a Medicina Diagnóstica por imagens tem possibilitado, com antecedência, prevenir o avanço de doenças, detectadas por meio de tomografia, ressonância magnética, ultra-sonografia, ecocardiograma, eletroencefalograma etc.vii

Exames laboratoriais, cirurgias avançadas por laser, transplantes, próteses, órteses e os mais sofisticados métodos de tratamento procuram oferecer, além da longevidade, qualidade à vida humana; porém durante séculos quase nada se soube sobre o cérebro e sua relação com a saúde e o bem-estar.
Escultura da Galeria de Arte de Kirkland
Fotografia de Isabel Furini



2 NEUROCIÊNCIAS E BEM-ESTAR NO SÉCULO XXI

Em razão da complexidade do cérebro humano, ainda pouco se conhece sobre suas funções e reais possibilidades na restauração da saúde e controle de doenças. Disfunções diversas que acometem os seres humanos, desde que se procura desvendar a natureza e origem das doenças, são quase desconhecidas como antes, porque ainda as pesquisas estão no início, sabendo-se pouco sobre o funcionamento do cérebro humano.

No entanto, a plasticidade dos neurônios, sua estrutura e composição; o processamento das sinapses, aliadas às descobertas das neurociências, têm despertado intensas e novas expectativas sobre os limites éticos à investigação científica do cérebro humano.

Doenças como a depressão, Alzheimer, dependência química de drogas lícitas ou não, ainda permanecem como obscuros meandros do cérebro não desvendados pelos cientistas.viii
Por outro lado, a sociedade aguarda, ansiosamente, que graves problemas sociais, como a extrema violência, esquizofrenia, diferentes tipos de demência, perda da memória e do afeto, que enchem as ruas de andarilhos, encontrem nas descobertas do funcionamento do cérebro a causa de tais comportamentos humanos, incompatíveis com a sua dignidade.

Também, o consumo desordenado (oniomania), que compulsivamente leva ao endividamento e à acumulação excessiva de bens; causando o isolamento e o suicídio pelo desespero, teriam, para além de outras causas, raízes em algum tipo de “disfunção cerebral”?

Estas e outras questões conduzem e despertam o interesse da sociedade e dos neurocientistas, como Suzana Herculano-Houzel analisa, ao estudar a saúde física e sua relação com o cérebro, afirmando que “[...] nossa capacidade de sermos felizes depende do bem-estar simultâneo do cérebro e do corpo”.ix

E prossegue, ressaltando que a conhecida frase “mente sã em corpo são” é, realmente, verdadeira, porque os neurocientistas já constataram que:

O bem-estar depende de uma boa qualidade de vida, que requer capacidades mentais intactas. Essas, por sua vez, exigem um cérebro saudável, com um abastecimento constante de oxigênio e energia proporcionado pelo sangue para manter os neurônios (as células do cérebro), funcionando, quer estejamos acordados, que estejamos dormindo. A saúde cardiovascular é, portanto, vital para a saúde do cérebro e da mente.x

O sofrimento físico e psicológico, como nas já conhecidas doenças psicossomáticas, traduzem situações que decorrem da relação do cérebro com o estresse crônico, mimando as forças do indivíduo.

Diante de tantos questionamentos envolvendo descobertas científicas na relação do cérebro com as doenças, surgem indagações sobre os limites às intervenções terapêuticas ou mesmo cirúrgicas no cérebro humano, que à Neuroética cabe estabelecer.

3 CONSIDERAÇÕES FINAIS

As neurociências em sua evolução têm proporcionado significativos avanços em relação à qualidade de vida da pessoa no século XXI. Embora ainda se apresente como uma nascente área das biociências, os conflitos que oferecem são complexos, não apenas nas pesquisas, mas, também, nas possibilidades práticas de utilização em terapias e procedimentos médico-cirúrgicos dos resultados já obtidos em laboratórios, ou na industrialização e manipulação de fármacos.

No entanto, respeitados limites éticos à utilização de novos procedimentos, com a criteriosa observância do princípio constitucional da dignidade da pessoa humana (art. 1º, III, Constituição 1988), as neurociências têm muito a oferecer à sociedade nas próximas décadas.xi

Uma das indagações sobremodo instigante é o que Francis Fukuyama denomina de “genética do comportamento”, cujas raízes e possibilidades se encontram no cérebro humano e na capacidade de manipulá-lo e, vale dizer, aperfeiçoá-lo, como nos casos, por exemplo, do controle da violência, da obesidade, dos crimes sexuais etc, valendo-se da neurofarmacologia.xii

Cabe, porém, à Neuroética o estudo e identificação das diretrizes éticas aplicáveis às neurociências, lastreados na Bioética e seus princípios, como se examinará, oportunamente.




UM OLHO NO UNIVERSO 

Uma explosão de cores vivas
Luz em meio às sombras
Mas na verdade
São da morte
Uma estrela brilhou forte
Produziu mais luz
Nesse único instante
Do que em toda sua vida ofuscante
Luz, que é na verdade o seu fim
Fim, de uma vida de luz
Em sua luz
Vejo a imagem de um olho
Alguns vêem círculos
E pontos coloridos
Todo fim, leva a um novo início
Do fim, sempre vem o começo
Uma nova estrela
Brilhará
Da nebulosa
Ela nascerá
Iluminará o Universo
Durante Milhares
Ou até milhões de anos
Sua luz
Viajará pelas sombras
E chegará até a Terra
Onde eu
Estarei esperando
Para ver
Com os meus olhos

Carlos Francisco Zemek


A atriz Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek
Isadora Ribeiro, continua bela e carismática. Sua presença marcante encanta o público. Foi muito aplaudida no Guarinha (Curitiba), em “Diário de Bordo”, peça baseada em contos de Maria Sampaio. Na peça representa três personagens muito diferentes: uma idosa, uma moça sozinha em New York e um jovem apaixonado. O monólogo exige muito esforço. É preciso um ator ou atriz com forte presença para despertar e manter o interesse do público. E Isadora Ribeiro está esplêndida nos três papéis.

Isadora Ribeio em Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek

Ela é a entrevistada da Revista Carlos Zemek de Arte e Cultura:

Isadora, você já realizou trabalho em teatro, TV. e cinema, e sabemos que representar em teatro com o público presente, um púbico que reage, que pode rir, mexer-se, aplaudir, etc., é diferente que representar um personagem de uma novela ou de cinema. Você se sente mais confortável no teatro, na televisão ou no cinema?

Minha formação é teatral, além de 2 anos de \tablado, fiz Faculdade da cidade no Rio de Janeiro diretora da faculdade era a Bia Lessa e tínhamos 08 professores que nos prepararam através de muita teoria e prática á compor personagens. Amo todas as modalidades de atuação mas a minha preferência é atuar no teatro, porque ao vivo sentimos a receptividade do público e o teatro humaniza, sensibiliza e as peças que gosto de fazer são justamente aquelas que plantam uma sementinha na cabeça dos expectadores e as vezes temos sorte de alguns saírem pensando, sensibilizados ou transformados. Quando trabalho na TV ou cinema atuo para os câmeras, boom man, maquiadores, enfim pessoas que estão no momento assistindo a gravação. Em Diário de Bordo, fiz aulas com a Joice Niskier uma preparadora corporal e aulas de mímica com Josue Soares, aulas de voz com Rose Gonçalves, alem da direção do diretor italiano Roberto Innocente

Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek
Quais foram seus primeiros passos como atriz?

Participando de um concurso de beleza recebi um convite para fazer parte da Casting uma ex agencia de São Paulo que me encaminhou pra trabalhar como modelo e mais tarde como elenco de apoio do programa Viva o Gordo, na Globo. Sempre gostei de atuar, em peças da escola etc.


Fale um pouco sobre teatro. Segundo a sua experiência no palco quais são os medos e as expectativas de uma atriz de teatro? 

Atuar é concretizar escolhas, gosto de compor personagens que me desafiam como atriz, fazendo eu me despojar do material comum em busca de outra composição, me transformando em personagens diferentes da minha realidade como pessoa. Exemplos: personagem mago Trimegistus espetáculo infanto juvenil, O Pequeno Alquimista texto e direção de Márcio Trigo, Sonho de Uma Noite de Verão: personagem Titania (esse espetáculo fizemos 4 temporadas no Rio de Janeiro a última foi no Parque Lage. Direção: Paulo Reis e Anselmo Vasconcelos). As produções de teatro sempre são muito difíceis de captar de produzir e de realizar mas o resultado compensa e só vale a pena todo esse trabalho e empenho se o publico gosta, porque atuamos para eles. Não sinto medo algum, quando estou no palco me sinto muito á vontade e feliz.
Isadora Ribeiro na peça Diario de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek

Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek
Isadora, você foi premiada recentemente no Festival de Cinema da Lapa, foi considerada a Melhor Atriz coadjuvante por “Travessias”, como foi o desenvolvimento desse trabalho? Como foi a criação de personagem? Você esperava receber esse prêmio? 

É um premio do qual tenho muito orgulho, foi um premio de atriz coadjuvante, um personagem pequeno mas muito profundo, conversei muito com a diretora Salete Machado que me orientou a concretizar as escolhas da personalidade da personagem, Izolda é uma mulher classe média baixa, que cria sozinha um casal de filhos adolescentes, cujo filho escolhe a carreira de ator e diretor de teatro. No filme a diretora e autora Salete Machado mostra o conflito entre mãe e filho e as crises domésticas, porque a mãe é totalmente contra a escolha de profissão do filho. Em seguida acontece uma grande tragédia, mas não posso contar, senão estraga a surpresa...rss... O filme narra várias estórias paralelas, sempre enfocando as travessias que acontecem na vida de cada pessoa.

Isadora você prefere trabalhar personagens alegres ou personagens trágicos? Existe algum papel que você gostaria de representar? 

Gosto de personagens alegres, embora eu tenha consciência que é mais difícil fazer o público rir que fazer chorar, mas no teatro gosto de personagens clássicos e poéticos que nos permitam vislumbrar alguma mensagem nas entrelinhas.


A peça “Diário de Bordo” foi escrita por Maria Sampaio, sua filha, menina muito talentosa. Isadora, como é representar um personagem criado pela sua filha? Como você se sente no teatro e na pele desse personagem?

É um grande orgulho para mim que tenho 25 anos de profissão, ter o privilégio de atuar um texto poético, literário, humano e cult, cujo texto foi escrito pela minha filha tão jovem. Quando a Maria nasceu resolvi diminuir minha carga horária de trabalho pra me dedicar á ela e depois também á sua irmãzinha Valentine, porque acredito que o maior tesouro que podemos dar a alguém é o nosso tempo, então no auge dos compromissos, passei a me dedicar 80% do tempo a elas. Agora com este texto poético e lindo foi o presente que recebi da minha amada filha Maria Sampaio, em resposta ao amor, atenção, tempo, carinho e dedicação que proporcionei á ela. Sou grata a Deus por esses tesouros que eu tenho que são as minhas filhinhas tão amadas.


Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek

                                                        ***

Fotografia e Arte de Isabel Furini

Trovas - Tema: Natal
por José Feldman




Curitiba! Tu encerras
com encanto sem igual,
famosos em tuas terras,
os festejos de Natal!




*





Chega o Natal e há partilha
de amor, de paz, de harmonia...
E o céu inteirinho brilha,
com seu manto de alegria!

*


Natal! É festa de luz…
neste dia imaculado,
há muito nasceu Jesus,
que vive até hoje…amado!


*

Se no Natal há um desejo,
que pode se realizar.
Eu peço o que mais almejo:
- Para toda a dor parar.

José Feldman, Ph. I.

***

O Prof. Dr. JOSÉ FELDMAN, Ph. I. é  Presidente Estadual do Paraná da Academia de Letras do Brasil/PR; Doutor em Filosofia Universal - Ph.I. - Filósofo Imortal "Honoris Causa" em reconhecimento a produção univérsica filósofa/literária de efeitos e repercussões internacionais; recebeu  a Medalha do Mérito Litero-Cultural Euclides da Cunha; faz parte da Confraria Brasileira de Letras, Movimento União Cultural - Coordenador Adjunto do Núcleo Maringá/PR;  União Brasileira dos Trovadores /Delegacia de Arapongas/PR -Trovador e Auxiliar de Delegado; Membro da Associação Poetas Del Mundo. Acadêmico correspondente:Academia de Letras do Brasil/ Suiça - Membro Correspondente: Academia de Letras do Brasil/ Suiça - Cadeira n. 145 - Patrono: Mário Quintana; Academia de Letras de Teófilo Otoni/MG; Academia Formiguense de Letras/MG. Blogs: http://singrandohorizontes.blogspot.com.br
Almanaque Chuva de Versos: http://independent.academia.edu/JoseFeldman 


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