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» » José Feldman: Poesias

PROMESSA
Arte Digital de Carlos Zemek

Meu amor, desculpe a franqueza,
mas meu coração não consegue calar,
quero muito me envolver em tua beleza,
encanto e pureza, e nela me mesclar.

Contudo, tenho que te dizer,
que não possuo nenhuma riqueza,
meus livros, meu amor, meu viver,
é toda a minha fortaleza.

Entretanto podes estar certa,
que sou um eterno batalhador,
que possui uma mente desperta,
e que acredita um dia ser vencedor.

Não posso te prometer viagens ou jóias,
mas posso derramar em ti, meu amor,
não enche barriga, não dá teto, as vezes paranóias,
mas se me amar, não conhecerás a palavra “dor”.

Dá-me apenas um, nem que seja um segundo
de esperança para contigo estar,
Que não existirá nenhuma força no mundo,
que me impedirá de te esperar, para finalmente te amar.

José Feldman



A MINHA POESIA

Hoje estava a navegar pela internet, encontrei uma poesia de Florbela Espanca, denominada “Amiga”. Então fiquei a pensar, e me deixar envolver pela poesia de Florbela e criar uma minha. E fiz num rebento.
Algo deste poema da Florbela está imbuído dentro do poema, mas tem certos versos que a maioria dos poemas devem ter, pois eles possuem um significado especial.
Por isso, peço que me perdoem e permitam-me este momento mágico para postar algo meu, entre tantos grandes nomes de norte a sul, leste a oeste deste enorme e querido Brasil.
Permita-me fazer uma dedicatória antes. Pode parecer meio cafona (nem lembro se ainda se usa esta expressão, será que estou tão velho assim?), mas deixo aqui registrado que este poema, ou que ao menos deveria ser um, me perdoem os entendidos no assunto, mas ele é para todas as mulheres que são como musas na vida dos homens, que preenchem um espaço vazio e fazem da vida destes felizardos serem repletas de poesia.

Deixa-me ser o teu amigo, Amor,
O melhor e mais querido de todos os teus amigos,
pois sem tua presença, não há calor
e sem calor não haverá abrigos.

Deixa eu sentir a tua presença,
o teu abraço, o teu carinho,
faça que este momento seja a diferença,
como a água que se transforma em vinho.

Que mesmo que de ti me venham mágoas e dores
Ainda assim serás sempre um sonho maravilhoso,
Bendita sejas onde fores
Estarás sempre em meu coração como um tesouro valioso.

Beija meu rosto uma vez só mais, com ternura,
guardarei este beijo qual diamantes
para sempre me embriagar em tua formosura
teus sorrisos, teus olhares, tua voz, cativantes.

Seja este momento de magia,
de encanto e de prazer,
seja o verso de minha poesia,
meu eterno amanhecer.

José Feldman




O CORVO
(Dedicado às Almas Solitárias)

Porque voas tão macambúzio,
Mergulhado na embriaguez
de teus sonhos?
Porque pousas no alto da árvore,
Olhando por sobre o mundo
Em busca de sonhos vãos?

Voas…
Voas como um presságio de mau agouro,
Alçando-se acima das tentações,
Abandonando sentimentos.
Um peregrino perdido
Em meio ao universo de ilusões.

Asas negras por sobre cabeças,
O espectro de um espírito solitário
Mergulhado no lago do desamor.

Oh! Grasnar de melancolia,
Entregue ao vento de incertezas
Desfazendo as nuvens do existir.

Vem!!!…
Vem, meu pequenino pássaro preto,
Acolhe-te entre meus braços.
Seja este momento de tristeza,
Funde-te em meu angustiante ser -
Vem!!!
Peregrino da solidão.

Voa!!!
Voa por sobre o mundo.
Voa!!!
Voa, pois não estás só
Eu voo junto de ti.
Voa!!!!
Ave da infelicidade
Pois não és apenas um pássaro,
És um eu!…

José Feldman

José Feldman


Prof. Dr. JOSÉ FELDMAN, Ph. I. é  Presidente Estadual do Paraná da Academia de Letras do Brasil/PR; Doutor em Filosofia Universal - Ph.I. - Filósofo Imortal "Honoris Causa" em reconhecimento a produção univérsica filósofa/literária de efeitos e repercussões internacionais; recebeu  a Medalha do Mérito Litero-Cultural Euclides da Cunha; faz parte da Confraria Brasileira de Letras, Movimento União Cultural - Coordenador Adjunto do Núcleo Maringá/PR;  União Brasileira dos Trovadores /Delegacia de Arapongas/PR -Trovador e Auxiliar de Delegado; Membro da Associação Poetas Del Mundo. Acadêmico correspondente:Academia de Letras do Brasil/ Suiça - Membro Correspondente: Academia de Letras do Brasil/ Suiça - Cadeira n. 145 - Patrono: Mário Quintana; Academia de Letras de Teófilo Otoni/MG; Academia Formiguense de Letras/MG;

Blogs: http://singrandohorizontes.blogspot.com.br
Almanaque Chuva de Versos: http://independent.academia.edu/JoseFeldman

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Editor da Revista Carlos Zemek

Curador e Artista Plástico.
Membro da Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR.

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