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» » » Isabel Furini: Entrevista com a atriz Isadora Ribeiro


A atriz Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek
Isadora Ribeiro, continua bela e carismática. Sua presença marcante encanta o público. Foi muito aplaudida no Guarinha (Curitiba), em “Diário de Bordo”, peça baseada em contos de Maria Sampaio. Na peça representa três personagens muito diferentes: uma idosa, uma moça sozinha em New York e um jovem apaixonado. O monólogo exige muito esforço. É preciso um ator ou atriz com forte presença para despertar e manter o interesse do público. E Isadora Ribeiro está esplêndida nos três papéis.

Isadora Ribeio em Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek

Ela é a entrevistada da Revista Carlos Zemek de Arte e Cultura:

Isadora, você já realizou trabalho em teatro, TV. e cinema, e sabemos que representar em teatro com o público presente, um púbico que reage, que pode rir, mexer-se, aplaudir, etc., é diferente que representar um personagem de uma novela ou de cinema. Você se sente mais confortável no teatro, na televisão ou no cinema?

Minha formação é teatral, além de 2 anos de \tablado, fiz Faculdade da cidade no Rio de Janeiro diretora da faculdade era a Bia Lessa e tínhamos 08 professores que nos prepararam através de muita teoria e prática á compor personagens. Amo todas as modalidades de atuação mas a minha preferência é atuar no teatro, porque ao vivo sentimos a receptividade do público e o teatro humaniza, sensibiliza e as peças que gosto de fazer são justamente aquelas que plantam uma sementinha na cabeça dos expectadores e as vezes temos sorte de alguns saírem pensando, sensibilizados ou transformados. Quando trabalho na TV ou cinema atuo para os câmeras, boom man, maquiadores, enfim pessoas que estão no momento assistindo a gravação. Em Diário de Bordo, fiz aulas com a Joice Niskier uma preparadora corporal e aulas de mímica com Josue Soares, aulas de voz com Rose Gonçalves, alem da direção do diretor italiano Roberto Innocente

Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek
Quais foram seus primeiros passos como atriz?

Participando de um concurso de beleza recebi um convite para fazer parte da Casting uma ex agencia de São Paulo que me encaminhou pra trabalhar como modelo e mais tarde como elenco de apoio do programa Viva o Gordo, na Globo. Sempre gostei de atuar, em peças da escola etc.


Fale um pouco sobre teatro. Segundo a sua experiência no palco quais são os medos e as expectativas de uma atriz de teatro? 

Atuar é concretizar escolhas, gosto de compor personagens que me desafiam como atriz, fazendo eu me despojar do material comum em busca de outra composição, me transformando em personagens diferentes da minha realidade como pessoa. Exemplos: personagem mago Trimegistus espetáculo infanto juvenil, O Pequeno Alquimista texto e direção de Márcio Trigo, Sonho de Uma Noite de Verão: personagem Titania (esse espetáculo fizemos 4 temporadas no Rio de Janeiro a última foi no Parque Lage. Direção: Paulo Reis e Anselmo Vasconcelos). As produções de teatro sempre são muito difíceis de captar de produzir e de realizar mas o resultado compensa e só vale a pena todo esse trabalho e empenho se o publico gosta, porque atuamos para eles. Não sinto medo algum, quando estou no palco me sinto muito á vontade e feliz.
Isadora Ribeiro na peça Diario de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek

Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek
Isadora, você foi premiada recentemente no Festival de Cinema da Lapa, foi considerada a Melhor Atriz coadjuvante por “Travessias”, como foi o desenvolvimento desse trabalho? Como foi a criação de personagem? Você esperava receber esse prêmio? 

É um premio do qual tenho muito orgulho, foi um premio de atriz coadjuvante, um personagem pequeno mas muito profundo, conversei muito com a diretora Salete Machado que me orientou a concretizar as escolhas da personalidade da personagem, Izolda é uma mulher classe média baixa, que cria sozinha um casal de filhos adolescentes, cujo filho escolhe a carreira de ator e diretor de teatro. No filme a diretora e autora Salete Machado mostra o conflito entre mãe e filho e as crises domésticas, porque a mãe é totalmente contra a escolha de profissão do filho. Em seguida acontece uma grande tragédia, mas não posso contar, senão estraga a surpresa...rss... O filme narra várias estórias paralelas, sempre enfocando as travessias que acontecem na vida de cada pessoa.

Isadora você prefere trabalhar personagens alegres ou personagens trágicos? Existe algum papel que você gostaria de representar? 

Gosto de personagens alegres, embora eu tenha consciência que é mais difícil fazer o público rir que fazer chorar, mas no teatro gosto de personagens clássicos e poéticos que nos permitam vislumbrar alguma mensagem nas entrelinhas.


A peça “Diário de Bordo” foi escrita por Maria Sampaio, sua filha, menina muito talentosa. Isadora, como é representar um personagem criado pela sua filha? Como você se sente no teatro e na pele desse personagem?

É um grande orgulho para mim que tenho 25 anos de profissão, ter o privilégio de atuar um texto poético, literário, humano e cult, cujo texto foi escrito pela minha filha tão jovem. Quando a Maria nasceu resolvi diminuir minha carga horária de trabalho pra me dedicar á ela e depois também á sua irmãzinha Valentine, porque acredito que o maior tesouro que podemos dar a alguém é o nosso tempo, então no auge dos compromissos, passei a me dedicar 80% do tempo a elas. Agora com este texto poético e lindo foi o presente que recebi da minha amada filha Maria Sampaio, em resposta ao amor, atenção, tempo, carinho e dedicação que proporcionei á ela. Sou grata a Deus por esses tesouros que eu tenho que são as minhas filhinhas tão amadas.


Isadora Ribeiro na peça Diário de Bordo
Fotografia de Carlos Zemek

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Editor da Revista Carlos Zemek

Curador e Artista Plástico.
Membro da Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR.

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