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» » Katia Velo: Espírito Natalino

Esta época do ano deveria ser a mais representativa como a busca da espiritualidade, ou seja, no mês de dezembro o “espírito natalino” deveria atingir o seu ponto máximo. No entanto, ao longo dos anos, tem-se tornado a data mais tumultuada, confusa e estressante. Nem mesmo lembramos do aniversariante.

O verdadeiro sentido do Natal está nos ensinamentos de Jesus Cristo “Ame ao próximo como a ti mesmo”. Durante todo ano, com ênfase neste período, deveríamos, no mínimo, resgatar a união familiar e compartilhar a felicidade com aqueles que amamos!

Digo no mínimo, pois neste período deveríamos buscar ajudar aos que mais precisam. Afinal, estamos na data cristã mais importante do ano!

A comemoração do Natal: Convencionou-se comemorar o Natal no dia 25 de dezembro, mas na verdade, não há relatos bíblicos sobre a data de nascimento de Jesus Cristo. O que se sabe biblicamente é que Jesus Cristo nasceu antes da morte de Herodes. Até porque, naquela época, não era convencional comemorar aniversários como fazemos hoje. Além disso, os calendários romanos eram confusos, pois deles dependiam a vontade dos imperadores. Oficialmente, somente em 350 (na era Cristã) a data de 25 de dezembro ficou marcada como Nascimento de Jesus Cristo, decreto feito pelo Papa Júlio. Isto foi feito, principalmente para substituir uma data pagã.


Quadro de Carlos Zemek

Os símbolos natalinos: As bolas: simbolizam o fruto da “árvore da vida”. Simbolizam fartura.
Papai Noel: diz a lenda que em Myra (hoje Turquia), 300 a.C, morava Nicolas, o qual distribuía presentes na época do Natal. Quando seu pai morreu, Nicolas tornou-se padre, e mais tarde bispo, quando passou a vestir roupas e chapéu vermelhos, (e barba branca). Quando morreu, a Igreja canonizou-o, e assim esta imagem transformou-se num símbolo das comemorações natalinas.

O pinheiro: é a única árvore que não perde as suas folhas, seja qual for a época do ano e, portanto, no inverno continua verde.

O presente: alguns autores dizem que os presentes simbolizam o presente que Deus nos deu com o nascimento de Jesus, já outros associam a sua representação aos presentes que Jesus recebeu dos Reis Magos.

Os sinos: representaram o instrumento que anunciava as grandes festas populares, e no Natal eles atingem a sua importância máxima.

As velas: simbolizam a luz das estrelas que guiaram os Reis Magos.

Sobre Arte e Religião: A religiosidade (ligação com Deus) e a Arte são fundamentais na vida de qualquer pessoa, pois ambas sensibilizam e fazem com que o indivíduo busque dentro de si valores puros e verdadeiros.

Desde a origem da humanidade o homem crê que o mundo é a materialização do desejo de um ser superior; portanto, vive uma constante aflição entre os pensamentos divinos e os desejos profanos: duas faces de uma mesma moeda, que o homem não distingue claramente. Cabe a ele somente imitar as coisas do céu e da terra, sendo o criador, o engenheiro, o executor da obra. E a Arte é para o homem o seu fio condutor.

Katia Velo
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Editor da Revista Carlos Zemek

Curador e Artista Plástico.
Membro da Academia de Cultura de Curitiba - ACCUR.

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